Olimpíadas da Geologia



A Sociedade Geológica de Portugal, com o apoio do Ministério de Educação, da generalidade das Universidades Portuguesas, da Agência e Rede Ciência Viva, do Geoparque Açores e da International Geoscience Educational Organization, organiza, no ano letivo de 2016/17, a terceira edição das “Olimpíadas Portuguesas de Geologia” (OPG 2017), na sequência do enorme êxito das duas edições anteriores, quer quanto ao número de participantes, quer quanto aos resultados obtidos pelos nossos “estudantes olímpicos” nas International Earth Science Olympiads (IESO) – uma medalha de ouro e outra de bronze no Brasil, em 2015, e duas medalhas de prata e uma de bronze no Japão, em 2016.

Os alunos das duas turmas de 11º ano de Ciências e Tecnologias participaram na fase escolar e foram selecionados 3 alunos para a fase regional, Gonçalo Malheiro, Tiago Laranjeira e Vasco Rocha.


No sábado, 1 de Abril, lá fomos nós para a Escola Secundária Fernando Lopes Graça, na Parece, onde cerca de 200 alunos da região Lisboa e Vale do Tejo ocuparam cerca de 90 minutos a responder a perguntas sobre Geologia.

Agora aguardemos os resultados para sabermos se vamos continuar a nossa aventura nas Olimpíadas da Geologia.

A Profª responsável pelas OPG na escola, Élia Martins


Bióloga por um dia!

Ao pensar em um biólogo imaginava pessoas amantes da natureza, e através  desta experiência pude realmente confirmar o meu pensamento. Passar a vida a estudar a vida me parece ser algo extraordinário!

A sessão foi dinamizada pela bióloga Sandra Amoroso Ferreira, do Instituto MARE, um peixe bastante conhecido -o Carapau.


Os carapaus são peixes que possuem forma hidrodinâmica, ou seja, ultrapassam a água com facilidade por conseguirem atingir grandes velocidades e isto indica-nos que eles vivem nas colunas d'água. Possuem uma linha lateral curva e utilizam suas barbatanas para nadar e como forma de defesa. Têm uma cor mais escura na parte de cima e bem mais clara na parte de baixo. Alimentam-se por sucção, e isso descobrimos através da forma da boca. A sua respiraçao é realizada da seguinte maneira: o oxigénio da água entra pela boca, passa pelas brânquias onde se dão as trocas gasosas (hematose branquial) e sai pelos opérculos.


O tamanho dos olhos dá-nos a indicação da profundidade em que o peixe vive: o, peixes com olhos menores vivem mais a superfície e quanto maiores forem os olhos mais fundo eles vivem. Um facto curioso sobre os carapaus é que eles só possuem o órgão reprodutor na época de reprodução, logo após, eles desaparecem. Os biólogos, utilizam o figado dos peixes para estudarem os poluentes do meio onde vivem, o estômago (nos carapaus têm a forma de "y") para estudar a alimentação do peixe e ainda descobrirem a existência de espécies que estão no mesmo habitat que eles.

A identificação da idade do peixe é realizada apartir de Otólitos, que são concreções costituídas por cabonato de cálcio e encontram-se no topo da coluna vertebral. Os otólitos diferem em forma e tamanho, possuem anéis sazonais que permitem conhecer a idade do peixe: 2 anéis são equivalentes a um ano de vida. Os carapaus vivem cerca de 15 a 20 anos.


Ao decorrer da experiência, passei a descobrir factos teoricamente desconhecidos por mim de forma interativa e por vezes impressionante!

Beatriz Rodrigues, nª4, 10ºA


Visita 2017

"Os Golfinhos na  Ponte Entre a Escola e a Ciência Azul"

Podemos afirmar com toda a certeza que os dias passados no Jardim Zoológico de Lisboa foram bastante gratificantes. Aprendemos imenso e ficámos com uma noção completamente diferente daquilo que é e como funciona um jardim zoológico, e a maioria das pessoas não detém este conhecimento. Ficámos mais conscientes do papel dos jardins zoológicos na conservação de diversas espécies, algumas delas em perigo de extinção, e do conceito chave no que toca ao estudo do comportamento animal, a noção de enriquecimento Ambiental. Aprendemos também algumas técnicas de estudo de animais e o modo como devemos interpretar as nossas observações.


Apercebemo-nos, ao longo deste projeto, que os golfinhos são mamíferos com uma elevada complexidade cognitiva, o que tornou ainda mais interessante o seu estudo, pois tivemos de ter cuidados redobrados na observação destes animais, nomeadamente, não interagir com os mesmos e ter em conta que, devido às obras que se realizavam no tanque, estes se encontravam agitados, manifestando alterações do seu comportamento natural.


Além de tudo o que foi referido, crescemos como alunos e como pessoas através do trabalho de equipa realizado e de todo o conhecimento científico adquirido. Pudemos igualmente perceber melhor o que é um investigador e trabalhámos usando as mesmas metodologias investigativas. Esta foi, sem dúvida, uma experiência inesquecível e que será muito útil para o nosso futuro enquanto cientistas. Assim é importantíssimo valorizá-la, uma vez que não nem todos os colegas tiveram a oportunidade de se envolver num projeto como este. Por outro lado, pensamos que o trabalho de campo deveria durar, pelo menos, mais um dia para que houvesse mais tempo de observação e, consequentemente, resultados mais significativos. Por tudo o que esta experiência nos ensinou, queríamos agradecer a todos os intervenientes pela ajuda e auxílio, mas principalmente ao Jardim Zoológico de Lisboa por nos ter proporcionado esta experiência única e esperamos que continue a fazê-lo futuramente para que outros jovens também tenham a sorte de viver dias como estes.

  






            


Participantes: Beatriz Caeiro; Daniela Agostinho; Margarida Cargaleiro: Tiago Faustino; Sara Coelho; Valeria Balitkaia

   

21 de março -DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL

O Clube Europeu e a Biblioteca Escolar dinamizaram uma palestra no dia 21 de março sobre o tema “Evocar o Holocausto”, com a presença do Dr. Ricardo Presumido da Memoshoá - Associação Memória e Ensino do Holocausto.


Conhecido historiador e investigador na temática do Holocausto e Vice-Presidente da Memoshoá, o dr. Ricardo Presumido tem dedicado o seu trabalho à Memória e ao Ensino do Holocausto, sendo fundador e vice-presidente desde 2009 da Associação Memoshoá.


Participou em diversos Congressos nacionais e internacionais sobre a presente temática, destacando-se a sua participação na 8ª Conferência Internacional, Telling the Story, Teaching the Core que teve lugar em Israel, em 2012, e ainda na Conferência Portugal e o Holocausto: Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro que decorreu em 2012 na Fundação Calouste Gulbenkian.




Discussão pública - PEA - últimos dias

PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO - ÚLTIMOS DIAS

O documento: "Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade" encontra-se em consulta pública até ao dia 8 de março de 2017 aqui.
Pretendendo-se que este momento de consulta pública permita a participação de todos os elementos da comunidade educativa. Agradecemos que o contributo que entenda prestar contenha:
- identificação do proponente
- identificação do capítulo/página a que se refere a sua apreciação/contributo
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO



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