Bióloga por um dia!

Ao pensar em um biólogo imaginava pessoas amantes da natureza, e através  desta experiência pude realmente confirmar o meu pensamento. Passar a vida a estudar a vida me parece ser algo extraordinário!

A sessão foi dinamizada pela bióloga Sandra Amoroso Ferreira, do Instituto MARE, um peixe bastante conhecido -o Carapau.


Os carapaus são peixes que possuem forma hidrodinâmica, ou seja, ultrapassam a água com facilidade por conseguirem atingir grandes velocidades e isto indica-nos que eles vivem nas colunas d'água. Possuem uma linha lateral curva e utilizam suas barbatanas para nadar e como forma de defesa. Têm uma cor mais escura na parte de cima e bem mais clara na parte de baixo. Alimentam-se por sucção, e isso descobrimos através da forma da boca. A sua respiraçao é realizada da seguinte maneira: o oxigénio da água entra pela boca, passa pelas brânquias onde se dão as trocas gasosas (hematose branquial) e sai pelos opérculos.


O tamanho dos olhos dá-nos a indicação da profundidade em que o peixe vive: o, peixes com olhos menores vivem mais a superfície e quanto maiores forem os olhos mais fundo eles vivem. Um facto curioso sobre os carapaus é que eles só possuem o órgão reprodutor na época de reprodução, logo após, eles desaparecem. Os biólogos, utilizam o figado dos peixes para estudarem os poluentes do meio onde vivem, o estômago (nos carapaus têm a forma de "y") para estudar a alimentação do peixe e ainda descobrirem a existência de espécies que estão no mesmo habitat que eles.

A identificação da idade do peixe é realizada apartir de Otólitos, que são concreções costituídas por cabonato de cálcio e encontram-se no topo da coluna vertebral. Os otólitos diferem em forma e tamanho, possuem anéis sazonais que permitem conhecer a idade do peixe: 2 anéis são equivalentes a um ano de vida. Os carapaus vivem cerca de 15 a 20 anos.


Ao decorrer da experiência, passei a descobrir factos teoricamente desconhecidos por mim de forma interativa e por vezes impressionante!

Beatriz Rodrigues, nª4, 10ºA


Visita 2017

"Os Golfinhos na  Ponte Entre a Escola e a Ciência Azul"

Podemos afirmar com toda a certeza que os dias passados no Jardim Zoológico de Lisboa foram bastante gratificantes. Aprendemos imenso e ficámos com uma noção completamente diferente daquilo que é e como funciona um jardim zoológico, e a maioria das pessoas não detém este conhecimento. Ficámos mais conscientes do papel dos jardins zoológicos na conservação de diversas espécies, algumas delas em perigo de extinção, e do conceito chave no que toca ao estudo do comportamento animal, a noção de enriquecimento Ambiental. Aprendemos também algumas técnicas de estudo de animais e o modo como devemos interpretar as nossas observações.


Apercebemo-nos, ao longo deste projeto, que os golfinhos são mamíferos com uma elevada complexidade cognitiva, o que tornou ainda mais interessante o seu estudo, pois tivemos de ter cuidados redobrados na observação destes animais, nomeadamente, não interagir com os mesmos e ter em conta que, devido às obras que se realizavam no tanque, estes se encontravam agitados, manifestando alterações do seu comportamento natural.


Além de tudo o que foi referido, crescemos como alunos e como pessoas através do trabalho de equipa realizado e de todo o conhecimento científico adquirido. Pudemos igualmente perceber melhor o que é um investigador e trabalhámos usando as mesmas metodologias investigativas. Esta foi, sem dúvida, uma experiência inesquecível e que será muito útil para o nosso futuro enquanto cientistas. Assim é importantíssimo valorizá-la, uma vez que não nem todos os colegas tiveram a oportunidade de se envolver num projeto como este. Por outro lado, pensamos que o trabalho de campo deveria durar, pelo menos, mais um dia para que houvesse mais tempo de observação e, consequentemente, resultados mais significativos. Por tudo o que esta experiência nos ensinou, queríamos agradecer a todos os intervenientes pela ajuda e auxílio, mas principalmente ao Jardim Zoológico de Lisboa por nos ter proporcionado esta experiência única e esperamos que continue a fazê-lo futuramente para que outros jovens também tenham a sorte de viver dias como estes.

  






            


Participantes: Beatriz Caeiro; Daniela Agostinho; Margarida Cargaleiro: Tiago Faustino; Sara Coelho; Valeria Balitkaia

   

21 de março -DIA INTERNACIONAL DA LUTA CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL

O Clube Europeu e a Biblioteca Escolar dinamizaram uma palestra no dia 21 de março sobre o tema “Evocar o Holocausto”, com a presença do Dr. Ricardo Presumido da Memoshoá - Associação Memória e Ensino do Holocausto.


Conhecido historiador e investigador na temática do Holocausto e Vice-Presidente da Memoshoá, o dr. Ricardo Presumido tem dedicado o seu trabalho à Memória e ao Ensino do Holocausto, sendo fundador e vice-presidente desde 2009 da Associação Memoshoá.


Participou em diversos Congressos nacionais e internacionais sobre a presente temática, destacando-se a sua participação na 8ª Conferência Internacional, Telling the Story, Teaching the Core que teve lugar em Israel, em 2012, e ainda na Conferência Portugal e o Holocausto: Aprender com o Passado, Ensinar para o Futuro que decorreu em 2012 na Fundação Calouste Gulbenkian.




Discussão pública - PEA - últimos dias

PROJETO EDUCATIVO DO AGRUPAMENTO - ÚLTIMOS DIAS

O documento: "Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade" encontra-se em consulta pública até ao dia 8 de março de 2017 aqui.
Pretendendo-se que este momento de consulta pública permita a participação de todos os elementos da comunidade educativa. Agradecemos que o contributo que entenda prestar contenha:
- identificação do proponente
- identificação do capítulo/página a que se refere a sua apreciação/contributo
AGRADECEMOS A COLABORAÇÃO



14 de fevereiro - CELEBRAÇÃO DO DIA DE S. VALENTIM

O Departamento de Línguas, a  Associação de Estudantes e o Curso Profissional de Artes do Espétaculo colaboraram na dinamização das atividades do Dia de S. Valentim na escola sede.



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