PARTICIPAÇÃO NA FESTA VERDE, 1º PRÉMIO - CONCURSO A MELHOR BARRAQUINHA

A nossa Escola participou, uma vez mais  na iniciativa anual promovida pela Câmara Municipal de Almada "Festa Verde". No dia 25 de maio o Projeto Horta Biológica/Jardim Mediterrânico/Plantas Aromáticas deu a conhecer as atividades realizadas ao longo do ano, com os seus alunos e professores. Procurando promover uma alimentação saudável e a sustentabilidade do Planeta, levou até a este encontro, conjuntamente com várias escolas do concelho de Almada (desde o pré escolar, ao secundário), o resultado da sua produção biológica, incluindo produtos frescos, vegetais e ervas aromáticas, chás, entre outros. Tal só foi possível com o contributo de todos. Obrigada e vamos continuar a cuidar dos NOSSO PLANETA.

A Coordenadora do Projeto, professora Maria Elisabete Garcia


Visita de estudo à FCT-NOVA

Decorreu no dia 24 de maio uma visita de estudo dos alunos do 11º ano do Curso de Ciências e Tecnologias, no âmbito da disciplina de Biologia e Geologia, ao Departamento de Ciências da Terra (DCT) da Faculdade de Ciências e Tecnologias (FCT-NOVA).
Os alunos beneficiaram de:
- Palestra sobre Geodiversidade e Geoconservação pelo prof. António Galopim de Carvalho;
- Laboratório de Mineralogia: Coleção de minerais e material tradicional para testar as suas propriedades; lupas binoculares, prof. Joaquim Simão;
- Laboratório de Microscopia Óptica: Microscópio petrográfico, prof. Nuno Leal.
Que bela oportunidade para aprofundar e alargar o conhecimento com a orientação de especialistas.
Élia Martins

Visita de estudo ao Jardim Zoológico

No passado dia 4 de maio, a turma 11ºB fez uma visita ao Jardim Zoológico de Lisboa. Esta visita foi dividida em duas partes: com acompanhamento de um guia e outra sem. A parte em que fomos acompanhados, o guia deu-nos um conjunto de informações tanto sobre o Jardim Zoológico em si, como os seres vivos que lá se encontravam.

Deu-nos a saber que o Jardim, ao longo da sua história, evolui no sentido de melhorar as condições nomeadamente para os animais. Há algumas décadas atrás, o Jardim Zoológico de Lisboa funcionava mais como um museu do que um “habitat” para os seres vivos, onde estes eram mais exibidos como “peças de arte” para o público ver e admirar os diferentes animais exóticos. Agora, as condições melhoraram e as pequenas jaulas com “azulejos a simular a selva” foram substituídas por espaços abertos com características que façam com que os animais se sintam no seu habitat natural, tais como espécies de plantas características das respetivas áreas, a partilha do mesmo espaço com outros animais, visto que na sua vida selvagem eles iriam viver muito próximos uns dos outros com o objetivo de sobreviver a predadores.

No entanto, apesar de as condições terem de facto melhorado há certos aspetos que, na minha opinião, precisam de ser revistos. Tomo como exemplo o caso dos répteis. Estes seres vivos vêm-se obrigados a viver em jaulas de vidro relativamente pequenas e são lhes privados certos aspetos, como a caça do próprio alimento, que não permite que vivam como estão habituados. Apesar de os interesses do Jardim Zoológico serem preservar as diferentes espécies, assegurando a sua sobrevivência e reprodução, também têm de ter em conta os outros aspetos. Certas espécies como, por exemplo, o Dragão de Komodo, um réptil de grande porte, vive num espaço não maior que um quarto normal de uma pessoa.

Outro caso que me despertou a atenção foi o caso dos pinguins, claramente em sofrimento por estarem ao ar livre num dia bastante quente. Estes animais, provenientes de zonas gélidas rodeados de oceanos e glaciares, encontravam-se num local ao sol com pouca sombra e muito menos com gelo. Além da sua preservação, os profissionais têm de garantir condições para que os animais vivem de forma alegre.

Tal como nós seres humanos, os animais também têm direitos e cabe a nós respeitá-los. Admiro muito todo o trabalho do Jardim Zoológico e seus profissionais em tentar conservar as espécies que habitam este planeta, mas acredito que se limarem estas arestas será possível proporcionar uma melhor vida para os seres vivos.

Martim Mestre, nº 21 - 11ºB


Workshop - "Um Mar de Pequenos Nadas"

"Decorreu na nossa escola, no dia 23 de maio, um workshop sobre lixos marinhos "Um Mar de Pequenos Nadas", da responsabilidade do Kit do Mar (http://www.emepc.pt/pt/kit-do-mar/home), no âmbito do projeto NADA - Vamos Levar Portugal ao Mundo, com as turmas A e D do 8º ano.

A poluição marinha é um dos flagelos da nossa atualidade. Esta pode caracterizar-se pela presença de lixos sólidos e poluentes líquidos nas águas dos mares e oceanos, fruto da atividade humana. Este tipo de poluição não tem apenas como fonte os derrames dos navios ou os resíduos deitados diretamente no mar, mas também provém de outras origens como os esgotos domésticos, as descargas industriais e o escoamento de superfície urbano e industrial.

Para alertar para este problema e com vista a consciencializar para os perigos da poluição, os alunos foram convidados a identificar, divulgar e refletir acerca das principais ameaças ao meio marinho. Seguidamente, de forma a envolver a sociedade nos processos de conservação da biodiversidade marinha, foram orientados para conceber uma campanha de divulgação e sensibilização da comunidade envolvente."
A professora responsável: Élia Martins


Dia da Europa 2017

O Clube Europeu e a Biblioteca Escolar assinalarem o Dia da Europa com uma mostra da gastronomia  representativa dos 28 Estados-membros da União Europeia.


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